Terça-feira, 20 de Outubro de 2009
Qual Paz?

Quase todas as pessoas que conheço, assim como eu, ficou com uma cara de interrogação quando ouviu falar que Obama havia ganhado o Nobel da Paz.

 

Qual paz cara pálida?

 

A situação na Palestina continua a mesma, assim como no Iraque e no Afeganistão... não houve avanços com relação a Cuba, nem mesmo o golpe em Honduras ele teve coragem de enfrentar!

 

Espero que o constrangimento por ter levado sem merecer o faça avançar um pouco...



Ana Maria às 15:33
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1 comentário:
De Octavio a 17 de Dezembro de 2009 às 01:02
Efectivamente, Obama no es más que una cara más del imperialismo. Muchos que sucumbieron al canto de las sirenas, olvidaron que Obama fue puesto en el poder precisamente porque podía neutralizar el descontento y la radicalización del movimiento, provocados por la política bushista. Pero su gobierno es tan burgués e imperialista como cualquier otro gobierno estadounidense anterior.

En su reciente discurso, como premio nobel de la paz, Obama se descaró cínicamente, abogando por la guerra imperialista. Pero esto no debe sorprender, no es nada que no esperáramos. El comunismo internacional no debe olvidar que el imperialismo, aunque se vista de oveja, no deja de tener colmillos.

No olvidemos que el sistema no se va a cambiar simplemente poniendo alguien al frente de la estructura del gobierno burgués. Marx tenía razon cuando decía con respecto a la comuna de paris que: "la clase obrera no puede limitarse simplemente a tomar posesión de la máquina del Estado tal y como está y servirse de ella para sus propios fines". La transformación social no se logrará poniendo a un presidente "bueno" (aunque sea afroamericano, indígena, mujer, obrerista, o incluso revolucionario)... porque la estructura sigue existiendo. Los cambios no los hace ningún individuo.

¡La única forma para la transformación revolucionaria es la destrucción del poder burgués y la construcción del poder popular, desde abajo, aquí y ahora!



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Ana Maria Prestes Rabelo, cientista política e militante comunista. Altamira é uma homenagem à minha vó, Maria Prestes, e a todas as mulheres que na luta por justiça e democracia abdicaram do próprio nome.
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